O que 1.000 brasileiros contaram sobre o YouTube: e por que isso interessa a quem vende
O Opinion Box acaba de publicar o Relatório YouTube 2026, uma pesquisa com 1.000 brasileiros sobre como eles usam a maior plataforma de vídeos do mundo.
Os números confirmam algo que a gente já sente na prática: o YouTube deixou de ser um canal de entretenimento para se tornar parte da rotina e da decisão de compra do brasileiro.
Separamos aqui os dados que mais importam para quem conversa com o mercado todos os dias.
O YouTube tem horário nobre: e ele é igual ao da TV

84% dos brasileiros entram no YouTube todos os dias.
E o horário favorito de consumo é a noite, preferido por 55% do público: exatamente o mesmo movimento do prime time da televisão.
A pessoa chega em casa, quer relaxar e dá o play.
Na prática: quando falamos de audiência digital, não estamos falando de um público diferente do da TV.
Estamos falando do mesmo telespectador, em mais uma tela, no mesmo horário nobre
O YouTube virou etapa da jornada de compra
Esse talvez seja o dado mais importante para o comercial: 84% das pessoas buscam vídeos na plataforma antes de adquirir um produto.
E mais da metade dos usuários (56%) já comprou um produto ou contratou um serviço por indicação vista em um vídeo.
Ou seja: o vídeo não é só vitrine.
Ele é o vendedor que tira a dúvida final do cliente antes de passar o cartão.
O público pune a propaganda disfarçada e recompensa a transparência

A pesquisa também mostra o outro lado: o que faz o espectador abandonar um vídeo no meio.
Os três principais motivos são excesso de anúncios (39%), perceber que o vídeo é uma propaganda disfarçada (35%) e demora para ir direto ao ponto (34%).
O recado do público é claro: ele não rejeita conteúdo comercial, ele rejeita ser enganado.
Quando a marca é transparente sobre o que está oferecendo e entrega valor de verdade, a relação muda completamente.
E tem prova disso nos números: entre as pessoas que costumam clicar em anúncios no YouTube, 48% acabam efetuando uma compra.
Em 2025, esse número era de apenas 24%.
Quando a mensagem certa encontra a pessoa certa, o anúncio deixa de ser interrupção e vira início de negócio.
Marcas que ensinam viram fontes confiáveis
57% dos brasileiros seguem o canal de alguma empresa no YouTube.
E 88% afirmam que esses vídeos trazem informações úteis para a rotina.
Isso confirma um princípio que orienta nosso trabalho no digital: a marca que coloca a vida do espectador no centro da conversa deixa de ser uma simples anunciante para virar uma fonte confiável de soluções.
Primeiro se constrói a relação, depois vem a venda.
É a lógica do marketing consciente: entregar valor antes de pedir atenção.
Um detalhe que reforça isso: 56% do público prefere ver produtos demonstrados por pessoas comuns, não por influenciadores ou pela própria marca.
Autenticidade pesa mais na decisão de compra do que qualquer discurso pronto.
O vídeo longo continua sendo o pilar

Mesmo na era dos vídeos curtos, 74% dos usuários dizem passar mais tempo assistindo aos vídeos tradicionais do que aos Shorts.
O formato longo, aquele que permite contar uma história, demonstrar um produto e construir contexto, segue sendo o coração da plataforma.
O que isso significa para quem anuncia com o SCC SBT
O canal da SCC SBT no YouTube se aproxima dos 880 mil inscritos e é líder em Santa Catarina.
Isso significa audiência qualificada, regional e diária, no mesmo ambiente onde o catarinense pesquisa, aprende e decide o que comprar.
E significa também um ambiente seguro para as marcas: nosso compromisso editorial de não trabalhar com sensacionalismo garante que o conteúdo do anunciante apareça sempre ao lado de informação de qualidade.
Nenhuma marca quer seu nome ao lado de uma tragédia.
Aqui, ela não vai estar.
Os dados do Opinion Box só confirmam o caminho: o público está no vídeo, ele decide pelo vídeo e ele recompensa quem entrega valor com transparência.
Quer entender como colocar sua marca nesse ambiente?
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Fonte: Opinion Box: Pesquisa YouTube no Brasil - Agosto/2026












